Meu Relato de Parto Humanizado

Eram 4hs da manhã do dia 06/04/17, 38 semanas e 6 dias de gestação, e eu estava na cama da Camila porque ela tinha acordado  e me chamado para dormir um pouquinho por lá. Acordei com uma contração mais forte que as de treinamento (que eu já estava tendo há semanas) e achei que era dor de barriga mesmo 😬. Voltei para o meu quarto, fui ao banheiro e já notei que a dor era realmente diferente das que eu vinha sentindo ultimamente. A barriga ficava dura igual a uma pedra como sempre, mas a intensidade da dor foi maior. 

Depois de um tempo e conseguindo fazer 💩 e aliviou a contração. Voltei para a minha cama ao lado do marido e tentei pegar no sono. Dali a menos de 3 minutos outra contração parecida. Corri pro banheiro e saiu 💩 novamente (já pensei: Meu Deus, o que foi que eu comi que estava estragado?). Na terceira contração eu já fiquei mais ligada: “Será que começou o trabalho de parto?”. Marido ali do meu lado também ficou um pouco ansioso e acompanhado a evolução das contrações. Depois de umas 3 idas ao banheiro eu senti outra contração em menos de 3 minutos, mas não tinha a mesma intensidade da anterior, era mais branda… Aí as contrações não pararam mais. Só que não estavam ritimadas, muito menos tinham a mesma intensidade. Umas eram mais fortes e outras mais brandas. Elas estavam durando em torno de 30 segundos e vinham em intervalos curtos (de 2 em 2 minutos, 3 em 3 minutos…). 

Ligamos para a minha obstetra que me disse que tínhamos iniciado o trabalho de parto sim, que eu ficasse tranquila e fosse acompanhando a evolução das contrações e me comunicando com ela. Que isso poderia demorar horas ou até mais de um dia. Ela já havia me explicado direitinho e eu sabia que ficaríamos em casa até quando pudéssemos é só íamos para a maternidade mais próximo do parto (nada como o conforto do nosso lar). 

Liguei para a minha mãe (que ficaria com Camila e nos ajudando por aqui) e fui tentar finalizar as malas da Camila e do marido. Só que eu não consegui, né? Coloquei um bikini (para o caso de irmos para o chuveiro morno) e só encontrei posição razoavelmente confortável sentada numa bola de Pilates. As contrações as vezes só vinham em intervalos mais longos (tipo, de 5 em 5 minutos) e não tinha ainda um padrão definido. Eu ainda conseguia sorrir e me comunicar com as pessoas, tirar fotos e até tentei filmar. Camila o tempo todo comigo, segurando minha mão, me beijando, e estava tudo correndo muito bem… 

Já passavam das 10hs a manhã e eu comecei a ficar bem cansada, sem posição para relaxar (até então só estava na bola) e tentei dar um cochilo na cama. Quando vinham as contrações eu sentia muita dor mesmo porque descobri do pior jeito possível que deitada era a pior posição possível para se ficar. Voltei para a bola e esperei o tempo passar… Até então eu ainda tinha um pouco de fome. Almocei e tomei um suco. Já passavam das 12hs e nada das contrações encontrarem um ritmo ou padrão. Eu já estava preparada para isso. Sabia que o trabalho de parto poderia demorar mesmo, então estava (na medida do possível) tranquila. 

Depois do almoço eu resolvi desopilar e colocamos a trilha sonora que eu havia escolhido para a chegada da Luiza. Então rolou “Sweet Child Of Mine”, “I Gotta a Feeling”, “Viva la Vida”, ” All About That Bass”, enquanto eu, sentada, pulava na bola e a Camila, o marido, e a minha mãe, dançavam e cantavam também. Até então eu estava sentido dor, era bem forte a ponto das minhas mãos ficarem trêmulas, mas nada de outro mundo. 

Então depois das 14hs, entre uma contração e outra, eu fui: cortar as unhas, tomar um banho bem demorado (tomei coragem e sai da bola, quando vinham as contrações no chuveiro eu me apoiava na bancada da pia e acabava aliviando um pouco a dor), orientei a minha mãe quanto às logísticas das comidas para levarmos para o hospital (que inclusive achei que conseguiria fazer um bolo BROWNIE no dia, mas obviamente não consegui e pedi a uma amiga que produz comidinhas inclusivas para preparar para mim) e comecei a ficar mais abusada com o incômodo da dor. Camilinha solicitando minha atenção e eu sem conseguir dar como gostaria, comecei a me angustiar e pedi para minha mãe dar o lanche  e dela é depois levá-la para passear no parquinho aqui perto de casa. Elas saíram umas 15hs, e perto das 15:30 as minhas contrações começaram e ficar muito fortes e ritmadas. De 3 em 3 minutos e começaram a ter um padrão. Quando ligamos para a médica, ela disse que provavelmente estávamos iniciando agora o trabalho de parto ativo, ou seja, agora é que começava para valer o trabalho de parto. Eu juro que eu pensei: “GENTE! COMO ASSIM? o negócio vai começar a acontecer agora? Morry!”. Já estava morta com farofa e ainda teria que encontrar forças para prosseguir! “OK. Vamos que vamos”, pensei! . Só que aí as contrações não eram mais algo que eu já havia sequer sonhado em experimentar. Eram algo de outro mundo e a dor era muito forte mesmo. Não havia posição, não havia mantra, não havia massagem do marido, não havia nada que me tranquilizasse. As contrações não duravam mais que 1 minuto e eu sinceramente não estava muito em mim, não sabia nem dizer coisa com coisa é só sei dessa informação porque o marido me passou. Finalmente consegui uma posição que eu mesmo sentada na bola deitei a cabeça na cama e consegui relaxar um pouco. Acho que cochilei por uns segundos e foi revigorante. Encorajada pelo marido (que estava sendo o meu porto seguro e o meu chão, tendo paciência, estando do meu lado – eu não deixava ele sair de perto de mim nem para fazer xixi, fiquei um grude só), resolvi deitar de lado na cama e tentamos cochilar juntos. Quando vinham as contrações, doíam mais, mas quando iam embora eu conseguia descansar deitada e comecei a mentalizar fortemente os mantras que tinha preparado, para resistir com menos “insanidade” (que eu já estava: arrancando os cabelos liberalmente, arranhado meu rosto e falando palavrões , o que eu nunca falo). 

Dali para frente eu comecei a ficar na famosa “partolândia”. Não lembro de muita coisa com detalhes. As pessoas falavam comigo e eu não respondia, fiquei mesmo em estado de calamidade e insanidade. Só pensava em chegar no hospital e ter a analgesia para poder descansar um pouco e suportar o restante do trabalho de parto (eu a princípio não queria analgesia, mas depois de tudo não estava mais aguentando de jeito nenhum). O plano era esperarmos o trânsito melhorar e podermos ir ao hospital lá pelas 20hs, depois que Camila dormisse e estivesse mais tranquila. Quando estávamos saindo de casa, ela estava finalizando o jantar com a vovó e queria a todo custo ir ao hospital conosco. Eu já não estava respondendo nada e ouvi quando falaram para ela que ela ia dormir e acordaria para visitar a irmãzinha no hospital. Sai de casa vendo a carinha de tristeza dela, o que me deixou muito mal. 

Não sei como aguentei chegar ao hospital sem enlouquecer de dor. Só me lembro de não responder nada a ninguém. Eu não queria mais falar, nem me desgastar mais do que o necessário . Chegando na maternidade, por volta das 20:30hs, o marido ficou resolvendo a papelada e me levaram para uma urgência obstétrica, enquanto as minhas médicas estavam chegando. Marido já havia avisado na minha vontade em ter a analgesia e as GOs já haviam contatado a anestesista da equipe delas. A médica da urgência fez o toque e eu já estava com 8cm de dilatação. Me senti até aliviada com a informação e estava esperançosa de que dali a no máximo 2hs eu estaria com a minha Lulu no colo. Quando as médicas chegaram, viram que estava tudo bem com a Luiza, batimentos cardíacos todos ótimos e eu fiquei muito feliz! A anestesista ainda não havia chegado e eu achei que ia morrer de verdade. Pensei até que estavam me enganando e que ela não vinha mais. Perguntei se ela morava longe, olhe! Foi uma loucura! Perto das 21hs a anastesista chegou e me explicou que a analgesia não ia me paralisar, ia diminuir as contrações e eu sentiria as pernas um pouco dormentes, assim como o bumbum, mas poderia me locomover com tranquilidade. 

Gente! Quando ela estava aplicando a analgesia adivinhem o que aconteceu!? Faltou luz no hospital! Só ouvi ela gritando: “liguem os celulares! Preciso de iluminação aqui urgente!”. O marido correu e pegou o celular dele, as Obstetras também, e dali a instantes o gerador foi ligado. OK, passou o susto. Dada a analgesia, eu sabia que poderia retardar um pouco o trabalho de parto, no máximo em 2hs, mas sinceramente não estava mais ligando para isso. 
Então começou uma nova fase do nosso parto: Os exercícios. Eu sentia as contrações e me agachava, ou então estava na bola pulando, ou ia caminhar. Tudo para tentar auxiliar no processo da vinda da Luiza. Passada uma hora e meia, mais ou menos, a médica fez um toque e eu ainda estava com 8cm de dilatação. Então ela me pediu para continuar fazendo os exercícios, à medida que ia monitorando a Luiza, que estava muito bem. 

Depois de alguns vários “toques” e exercícios , lá pelas 3hs da manhã, não estávamos evoluindo NADA. 8cm de dilatacao ainda, depois de 5hs e meia no hospital e já estávamos há pelo menos 11hs e 1/2 de trabalho de parto ativo. A médica me disse que esperaríamos mais meia hora, me orientou para que eu ficasse em uma nova posição (de quatro agarrada na bola), que segundo ela muitas mulheres conseguiam “alcançar” os últimos centímetros de dilatação desse jeito e me disse que se não evoluísse, partiríamos para a cesárea. Ela estava desconfiada de alguma anormalidade, mas até então não tinha como saber exatamente qual. Não era normal ter as contrações “boas”, eu estar fazendo os exercícios bem direitinho e nada de evolução na dilatação. 

Nessa hora eu me controlei demais para não chorar. Quem me conhece sabe do meu sonho em ter um parto normal e como fiquei traumatizada na minha cesariana anterior (que também tentamos ser normal, mas pela desinformação e uma equipe médica que não estava preparada, muito menos me orientou, fui enganada e tive meu parto roubado). Eu me agarrei a essa possibilidade de em meia hora dar “tudo certo” e a Luiza finalmente encaixar , o que não estava acontecendo por algum motivo. O semblante da médica era mais sério e eu fiquei preocupada. 

Na nova posição, na bola, ficamos apenas eu e o marido na sala. Acho que a doutora já foi preparar o restante da equipe, que estavam descansando, aguardando a evolução do parto, para a possibilidade de uma cesariana. A essa altura vocês imaginam que a anestesia já estava passando e as contrações voltando com tudo! Eu senti muita vontade de empurrar, como se estivesse com um mega 💩 que não estava querendo sair de jeito nenhum! Aí fiquei toda feliz e só pensava: minha filha tá chegando. Eu estava exausta! Morta com farofa! Marido me ajudando e dando muita força, mas estava difícil conseguir ficar naquela posição, as contrações vinham muito rápido e doíam pra valer … Depois de uns 35 minutos, surgiu a médica que se preparou para fazer o toque , mas para a minha decepção, ainda estávamos com 8cm de dilatação. 

Eu vi a urgência  da médica refletida no meu olhar. As pessoas estavam para lá e para cá, preparando o novo bloco cirúrgico, seríamos transferidos para a sala ao lado, mais espaçosa. A anestesista chegou e eu, que estava prendendo o choro, falei para ela: “as minhas pernas vão ficar paralisada? Eu vou morrer!”. Ela tentando me acalmar, em tom alegre disse que não. A anestesia dessa vez seria diferente da que eu havia recebido no primeiro parto (que passei umas 14hs com as pernas dormentes, sem sentir muito bem). Disse que até mexer os pés de leve eu conseguiria dessa vez, no meio das cirurgia. Eu pedi para tirarem aquele pano que não nos deixa ver o que está acontecendo, mas não permitiram. Marido o tempo inteiro do meu lado, olhando pra mim, acalmando meu coração. A outra Obstetra da equipe entrou na sala e disse pra mim: “Ju, você fez a sua parte, fez o máximo que pôde”. ♥️ Só que eu pensava: “o que eu fiz de errado, meu Deus?”.  Pedi para irem narrando tudo o que estava acontecendo… a anestesista, que foi uma fonte de paciência inesgotável, me dizia tudo tintim por tintim… Eu estava bem cansada. Não lembro de muitos detalhes, mas chamei a pediatra neonatal e pedi, implorei, para que caso houvesse alguma complicação, se eu não pudesse amamentar de cara, que dessem leite materno do banco de leite, ou então Neocate por conta da situação de alergia da nossa primeira filha. Ela consentiu e me mandaram calar a boca de forma educada: “Ju! Procura falar menos, lembra dos gases! Fique tranquila que vai dar tudo certo”. Mas eu não conseguia parar de falar. Comecei a me tremer de forma involuntária. Estava tão nervosa, queria saber o que havia dado errado. Perguntava de 1 em 1 segundo pro marido se estava indo tudo bem e ele me respondia que sim. Quase adormeci e acordei no susto: “Estou morrendo?”, Verbalizei.

Depois falei para a anestesista que queria a Luiza logo no meu peito assim que nascesse. Aí ela respondeu: “mas você está em cesariana, não pode”. Então foi quando me veio um alerta! Eu sabia que ela estava mentindo pra mim. Mentindo pra me acalmar. Como assim ela não pode vir para o meu colo? E essa cirurgia que não acaba? Senti um saculejados no corpo todo e achei esquisito: “o que está acontecendo?”. Ninguém me respondia de fato, e tentavam me acalmar. Perguntava ao marido se estava tudo bem e ele com semblante de paz dizia que sim. Entraram mil pessoas na sala, inclusive um senhor, “outro médico?” Pensei! O homem chegou com tudo! O que estava acontecendo? O tempo passando e a cesariana que deveria demorar 2 minutos no máximo para a retirada da Luiza demorou mais de 15. 

Então depois disse fiquei muito agoniada. Ouvi alguém falando com a anestesista e ela rebateu! “Não! Não vou dar isso a ela até que veja a filha. Ela está tranquila aqui comigo” (queriam me dar um calmante para que eu dormisse). Quando finalmente a Luiza saiu, 4hs da manhã, silêncio… Cadê o chorinho dela? 

Abaixaram aquele paninho e eu só a vi de costas, toda molinha, como se estivesse desmaiada! MEU DEUS! cadê a minha filha? Porque não me trouxeram ela? Eu não conseguia mais falar, só me tremia e olhava para o marido, que foi forte, viu? Ele disse assim: “Eu não vou sair daqui do seu lado, estão cuidando muito bem da Luiza, Jajá ela vem pros nossos braços”. 

Dali a um tempo que não sei se foram segundos ou minutos, um chorinho surgiu no recinto e o alívio inundou o meu ser! ♥️ Trouxeram a Luiza toda empacotada e linda. Estava gritando e quando ouviu a voz da mamãe ela se aquietou. Lágrimas rolando no meu rosto. O tempo parou. O marido a pegou no colo, mas a pediatra veio me explicar, delicadamente, que ela não poderia ficar comigo por enquanto. Que estava muito cansada com o parto e que precisaria ficar na incubadora por umas horinhas. Eu olhei pra ela e pensei: “Deve ser um engano, né? Minha Luiza não vai ficar comigo?”. “E o leitinho dela?”, Consegui falar. Ela me tranquilizou e disse que se precisasse tomaria Neocate. 

Minha Luiza reagiu bem e consegui amamentar por volta das 15hs. Ela tinha tomado 10ml de Neocate às 11hs, via sonda. Mas depois disso não a larguei mais. Até as fraldas eu trocava no quarto, só os banhos que dava no berçário. Depois marido me explicou que ele precisou ter uma força imensa para não demonstrar o que estava ocorrendo para mim. Que foi uma cesariana complicada, que a Luiza estava numa posição anômala, de lado, com a bochecha à mostra e o queixo para cima. Que seria muitíssimo difícil o parto normal, se desse certo, talvez precisasse até de fórceps (algo que não se usa mais). Ela ficou enganchada e não conseguia encaixar. Que tinha vindo um outro médico que estava na sala ao lado para ajudar na cesariana e que a nossa Obstetra tinha dito que foi uma das cirurgias mais difíceis que elas já haviam feito. Que a Luiza nasceu “largadinha”, com Apgar 5 e depois graças a Deus ficou em 9. Fizeram balão de oxigênio nela, uns exercícios e ela chorou 🙏, não precisou ser entubada. Mas que para ele ter visto aquela cena no nascimento da sua filha e não se agoniar, confiar na equipe que estava conosco, foi um exercício e tanto! 

Depois de tudo eu só tenho a agradecer muito mesmo a todos que estiveram comigo. Não foi do jeito que eu sonhei, mas foi do jeito que foi possível, com muita humanização, apesar de tudo!  Fizeram o máximo que puderam para atenderem aos meus desejos. Eu tive a melhor equipe do meu lado, que respeitaram meu momento, meus desejos, na medida do possível,  e trouxeram a minha Lulu pros meus braços sã e salva! ♥️

Beijos,

Ju Jordán

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8 comentários sobre “Meu Relato de Parto Humanizado

  1. Meus olhos se encheram de lágrimas , como te admiro ,você é uma mulher muito forte , parabéns por todo seu esforço e pode ter certeza que você fez seu melhor . Que Deus abençoe grandiosamente sua família.

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  2. Nossa. Parece até minha história dos partos. Meu primeiro filho que tem idade de Camila tbm veio por cesárea… E nunca saberei se realmente precisava ter sido feita. Como vc, me senti roubada. Meu segundo filho, que agora está com 3 meses, tbm entrei em trabalho de parto e queria muito normal, mas ele estava numa posição ruim, foi um parto difícil, não tanto quanto o de Luiza, mas foi difícil. Não sei se a sua GO era a mesma que a minha, sei que era no mesmo consultório por fotos que vc postou. Meu filho mais velho tbm é APLv, soja e ovo… O mais novo ao que tudo indica tbm.
    Beijos, suas filhas são lindas.

    Curtido por 1 pessoa

  3. Que lindo… forte!
    As coisas nem sempre acontecem como desejamos, mas temos que pensar sempre positivo, sempre da melhor forma.
    Fiquei muito emocionada com o seu relato, com a coragem e a força que vocês tiveram! Parabéns a você, a seu marido e toda equipe médica!
    O amor é capaz de transformar momentos difíceis e aprendemos muito com esses momentos!
    Ao ler, coloquei-me em seu lugar, no lugar de seu esposo… de todos! E chorei por achar tudo lindo, perfeito!
    Cada minuto desse acontecimento teve um propósito. Só em ler eu aprendi, imagina vocês?! Rsrsrsrs…
    Que Deus continue abençoando toda sua família! Parabéns por tudo! Luíza é linda como a Camila!

    P.S.: Talvez você não lembre, mas minha Maria Luísa tinha APLV (não mediada por ige), aos 13 meses de idade e fazendo a dieta (ela e eu) tivemos alta e hoje, com um ano e meio, ela come (quase) de tudo e eu também! Rsrsrsrs
    Daqui a pouco, será você a nos dar essa notícia! Beijo!
    Roberta Laura.

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  4. Nossa, me emocionei com seu relato. Pelo que vc disse vc sofreu muito no primeiro parto. Eu quando engravidei decidi ter cesárea, nem passava pela minha cabeça em parto normal. E graças a Deus fui muito feliz na minha escolha, minha cesárea foi super rápida, e a anestesia nem senti a agulha entrando não senti absolutamente nada, a minha equipe medica foi ótima, não senti nada. Mas tive a parte dos enjoos que sofri muito, enjoei ate o 9 mês de gestação. Mais parabéns pela sua força e garra, e sua LULU e muito linda e abençoada.
    bjos

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  5. Fiquei emocionada…… Lembrei do segundo parto do meu filho. Tive tds as condições min /min e nada de dilatação, aí eu tomei decisão junto com GO de fazer cesariana. Tomei anestesia e começou cesaria, e Arthur nasceu, mas demorou muito tempo pra mim vê ele, eu tb não escutava choro dele. Até q escutei um chorinho bem longe. A enfermeira trouxe pra mim ver mas logo saiu e pediatra veio falar comigo. Mamãe seu bebê está bem, mas demorou pq ele nasceu desfalecido tivemos que reanima-lo e precisa ser entubado e ir UTI. Na hora não caiu a ficha.
    Mas qdo cheguei no quarto e falei com meu marido é minha sogra eles já tinham ido ver Arthur na UTI. Ele estava bem, e qdo eu pude vê lo não estava mas entubado. Eu estava louca pra amamentar, foi qdo cheguei na UTI e não permitiram, mas falei com médica q liberou no outro dia. Ficou na UTI por 4 dias. Depois q descubri (com 2meses) aplv do​ meu filho, foi q associei q na UTI deram leite pra ele, ele tinham vômitos em jato e não descobriram​ o q era, e logo q eu comecei amamentar ele foi melhorando……… Graças a Deus fomos pra casa.
    Desculpe o texto longo.
    Hoje meu thutu tem 1 ano 4m, é aplv e ovo, espero a cura, com fé em Deus.
    Estou sempre te acompanhando e suas dicas me ajuda muito.
    Deus te abençoe sempre e sua família linda.
    Bjinhos

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  6. Júuu…tinha perguntado por ti ao pessoal da evangelização nessa época…estava querendo muito notícias sus…que bom que tudo deu certo..apesar do susto…Deus abençoe a você e sua família linda,,bjuss

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